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O Sporting é a paixão que nos inspira. Não confundimos competência com cultos de personalidade. 110 anos de história de um clube que resiste a tudo e que merece o melhor e os melhores de todos nós. Sporting Sempre

19
Jan17

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A imagem em cima é retirada do programa eleitoral de Bruno Carvalho. Uma síntese adequada do que deve ser o perfil de qualquer treinador do Sporting, bem corporizada em Lazlo Boloni – último campeão.

 

Leonardo Jardim

 

Para arranque do mandato de Bruno Carvalho não poderia ter sido encontrado um nome melhor do que Leonardo Jardim.

 

Treinador nascido na Venezuela mas que viaja ainda criança para a Madeira, acompanhando o regresso dos seus pais. Inicia jovem, com 29 anos, a carreira de treinador no Camacha onde passa 5 anos. Transfere-se para o Chaves, onde fica apenas 1 época finda a qual dá o salto para a Primeira Liga para treinar o Beira Mar. É por esta altura associado ao porto, num suposto contrato-promessa que nunca foi bem esclarecido.

 

O ingresso na Primeira Liga lança uma carreira meteórica. Passa 2 épocas no Beira Mar de onde passa para o Braga. Aí faz uma boa época, mantendo o nível "europeu" que a gestão de Salvador trouxe ao clube, que o catapulta para a Grécia e o Olympiacos. Lá cumpre o já habitual desígnio de colocar a equipa na rota de ser campeão grego, só não colhe os frutos por um enigmático despedimento ainda em Janeiro. Azar dos gregos... Sorte do Sporting Clube de Portugal! Faz uma boa época e leva o dono do Mónaco a pagar a sua cláusula de rescisão para contar com os seus serviços. Aquilo que tem sido a sua carreira no Mónaco, todos somos testemunhas.

 

No Sporting, incorpora na perfeição a descrição da imagem. Basta recordar que é ele que chama William Carvalho ao estágio de pré-época e acredita definitivamente em Adrien Silva. Ou seja, é Leonardo Jardim que lança, o que ainda hoje é, a espinha dorsal da equipa do Sporting – William e Adrien.

 

Arma uma boa defesa, com Cédric na direita, Rojo no centro com uma solidária qualidade a disfarçar os parceiros Maurício e Jefferson. A posição mais recuada de William no meio campo era também uma importante ajuda, bem como a presença de Patrício nas costas. Eric Dier, quando possível, ia espreitando a titularidade, em mais um exemplo de aposta em jogadores oriundos da Formação.

 

No ataque, aposta inicialmente em Montero que tem um início fulgurante. À medida que o colombiano se vai ofuscando, vai aparecendo aquela que viria a ser a melhor contratação do mandato – Islam Slimani. No apoio a eles, nas alas, aposta na juventude de Carrillo, Mané e Wilson Eduardo, com estes dois últimos a terem das melhores épocas até agora nas suas carreiras e, mais uma vez, a corporizarem a prometida aposta na Formação.

 

Marco Silva

 

Depois de perder Jardim, sem que algo pudesse ter sido feito para o impedir, Bruno Carvalho tira mais uma excelente carta da manga ao contratar Marco Silva. Não só por ser à data o treinador português com maior potencial, como por esse potencial já atrair também as atenções de ambos os rivais.

 

Treinador que tinha até então orientado apenas o Estoril, onde tinha inicialmente desempenhado a função de director desportivo. Faz, já como treinador, um unanimemente reconhecido bom trabalho ao colocar o clube na discussão de lugares que garantem provas europeias, feito atingido em 2013 com um 5º lugar. Repete o feito na época seguinte, superando-a com um 4º lugar.

 

No Sporting, consegue impor um bom processo ofensivo, dando mais preponderância no miolo a Adrien do que a William, por comparação com o seu antecessor. Conta nas alas com o recém chegado Nani, jogador de classe mundial depois da passagem pela Premier league, que se torna dono absoluto de uma das alas. Na outra aproveita para – finalmente! - lançar Carrillo para o que prometia na altura ser o início do estrelato.

 

Constatando que os supostos reforços do meio campo – Rosell e Slavchev – não passavam disso mesmo, suposições, recupera em Janeiro João Mário do empréstimo em Setúbal e integra-o com sucesso no plantel, com o papel de substituir Adrien ou William. Mais uma demosntração de aposta na Formação.

 

Na defesa, perde Eric Dier logo no início da época e também cedo percebe que Naby Sarr poderia ter outro nome próprio trocando apenas uma letra... Consegue um esboço de equilíbrio do sector quando aposta em Paulo Oliveira, recém chegado de Guimarães, tornando-o o "patrão" da defesa. Mais uma vez, a aposta nos activos que já estão presentes no Clube por detrimento de gastar milhões em apostas duvidosas.

 

Apesar de, em situações estranhas e por vezes caricatas, não ter tido um grande apoio da estrutura directiva, consegue conduzir o Clube à vitória na Taça de Portugal.

 

Jorge Jesus


Sai Marco Silva e entra Jorge Jesus. Já muito foi dito. Muito haverá ainda a dizer. Não é este o objectivo deste texto.


Treinador com carreira marcada sobretudo pelas vitórias no rival benfica, apesar do já longo trajecto como treinador iniciado em 1990 no Amora. 18 anos depois, após trajecto feito sempre em equipas de luta por permanência, chega a um projecto mais ambicioso no Braga. No Minho dá continuidade ao bom projecto iniciado anos antes por Jesualdo Ferreira, e que tinha tido ligeiro sobressalto após a sua saída em 2006.


A boa época em Braga abre-lhe as portas do benfica, onde entra com a habitual modéstia afirmando que consigo «os jogadores vão correr o dobro». Tem, de facto, um grande impacto inicial com nítidas melhorias em toda a movimentação da equipa, coleccionando algumas goleadas no primeiro terço da época e alvançando o título no final. Fica mais 5 épocas para além desta. Vence mais 2 Campeonatos, com preponderância bem mais reduzida e depois de perder o anterior de joelhos no porto. Tem uma política de gestão do plantel sempre caracterizada por contratações numerosas e caras e total desprezo pelas camadas de formação.


No Sporting, tal como tinha acontecido no rival, tem uma entrada com impacto no rendimento na equipa e com a sua habitual modéstia. Ao contrário do que tinha acontecido no rival, não vence o Título. E não o vence porque o treinador do rival, espicaçado por Jesus durante toda uma época, faz mais "um bocadinho assim".


No Sporting, tal como tinha acontecido no rival, lidera uma gestão de plantel orientada sobretudo para compras. Olha para a Formação, quando esta se torna tão óbvia que seria impossível não reconhecer qualidade e presença na equipa a Gélson Martins e Rúben Semedo.


No Sporting, tal como tinha acontecido no rival, leva já 40M€ em contratações e elevou a fasquia salarial para níveis que já ultrapassaram o último orçamento de Godinho Lopes. Entretanto, jogadores como Carlos Mané, Francisco Geraldes, Daniel Podence e Iuri Medeiros vão brilhando noutros palcos, por o seu lugar no palco de Alvalade estar ocupado pelos ofuscantes desempenhos de Markovic, Elias ou Alan Ruiz.

 

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18
Jan17

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Os mais atentos ao blog já devem ter reparado que a análise aos jogos vem do A14. Hoje, para não variar, toca-me outra vez. Mas a coisa foi tão má que vai ser dificil analisar algo. Foi mau de mais! Muita cabeça quente, pouco discernimento, um remate do Gélson e outro do Coates e, da primeira parte estamos conversados. Na segunda metade, um bocadinho mais de controlo no jogo mas, coitados, levámos uma bisnaga para um luta de drones.

 

Ficou bem à vista de todos, os que os alguns já vinham notando desde as declarações de Jesus na antevisão da deslocação em Rio Ave. Aí perdemos o jogo. Aí, foi lançada a segunda pedra nesta obra do Perder a Época. A primeira tinha sido o mau planeamento, esta segunda foi o treinador perder o balneário. Só isso explica que o nosso futebol hoje seja tão previsível, só jogamos pelas linhas. E com maus laterais, só jogar pelas linhas...? E com bons médios centro, só jogar pelas linhas...?! Um treinador adversário, hoje, vê um vídeo de 30 segundos e tem o jogo contra o Sporting estudado!

 

Está à vista o resultado da berraria no balneário, dos ataques das caixas de ressonância, da soberba, do investimento record, do apoio a Proença, da comissão de desonra, da perseguição a sócios, e do cúmulo dos cúmulos, do presidente a mandar um jogador aquecer e dar-lhe indicações táticas!!!!

 

Dia 17-01-2017 a época acabou!

 

No Rumo Certíssimo!!!

 

SL

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17
Jan17

O Relatório UEFA

por Ivaylo

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Foi divulgado pela UEFA há dias o relatório "The European Club Footballing Landscape". Este relatório teve algum eco por revelar que o rival benfica ocupa uma posição nada invejável no que a endividamento e custo do estádio diz respeito. Teve algum eco adicional nos locais habituais em que se afirmava que o Sporting era o clube europeu com maior lucro líquido.


Consultando a fonte – o relatório – na página 4 é indicado que o mesmo foi construído com base na informação financeira conhecida dos clubes em Dezembro de 2015. Considerando que as SADs apresentam as suas contas anuais em Junho, para permitir ter uma imagem mais fiel do seu ano de operação que é a época desportiva, a informação referente à Sporting SAD terá sido retirada do Relatório e Contas referente à época 2014/2015.


Passando à página 115 do relatório UEFA, podemos ver o quadro que lista os clubes europeus que tiveram maior net profit no período em estudo. Em primeiro lugar está o Liverpool, consequência da venda de Suarez para o Barcelona. Em décimo terceiro figura o Sporting. Podemos, através do R&C em que os mesmos técnicos da UEFA se basearam, analisar quais foram os contributos para esse número global.


Na página 15 do R&C verificamos, logo pelo quadro resumo, que o principal contributo para o resultado apurado vem da rúbrica "Rendimentos referentes a passes de jogadores" com um total de 28 milhões de euros. Na página 6 são listados os jogadores cedidos a título definitivo, e, com o auxílio do site Transfermarkt chegamos à conclusão que foi a venda do jogador Marcos Rojo ao Manchester United o principal responsável pelo "brilharete".


À data de hoje já é de conhecimento comum qual acabou por ser o desfecho desse negócio. À data de hoje tem-se consciência que essa venda deveria ter sido contabilizada por 5 milhões, valor correspondente aos 25% do passe do atleta, e não pelos 20 milhões totais da venda (aos quais se deduzem os 3 milhões restituidos à Doyen pela sua participação inicial na transferência do Spartak para o Sporting). Em termos líquidos, considerando igualmente as verbas devidas ao Spartak por conta de cláusula referente a futura venda – 4 milhões – constatamos que a "artimanha" proporcionou um falso efeito de 12 milhões de euros nas contas dessa época.


Os mesmos 12 milhões, não tivessem sido incluídos nas contas dessa época e o Sporting não figuraria sequer no top do relatório UEFA. Mesmo tendo avançado com a "artimanha", tivesse o Sporting optado por constituir imediatamente – como observa a prudência financeira – uma provisão desse montante, por a Doyen ter anunciado de imediato que processaria o Sporting, e também assim o Sporting não figuraria no top.


De salientar ainda que outro factor que contribui para o apuramento do lucro, os custos. Após o necessário corte drástico nos custos com pessoal no primeiro ano do seu mandato, tendo esse valor ficado nos 25 milhões de euros, neste segundo ano objecto de análise registou-se um ligeiro acréscimo, para próximo de 30 milhões. Fosse o total o da actualidade – seguramente mais do dobro – e, provavelmente, o Sporting nem sería elegível para o top, por ter apresentado prejuízo.


Importante recordar que na Assembleia Geral em que o referido R&C foi aprovado, pegando no mote dado pelo "brilharete", Bruno Carvalho vê aprovada a duplicação do seu vencimento. Mas não se ficou por aqui, o aumento teve efeitos retroactivos ao início do mandato. Ou seja, no mês seguinte a essa Assembleia Geral, Bruno Carvalho recebeu 10 mil euros (dobro dos 5 mil iniciais) acrescidos de 140 mil euros pela retroactividade (5 mil multiplicado por 28 meses).


Para terminar, voltando ao início, na página 38 o Sporting Clube de Portugal aparece com inteira justiça e sem "artimanhas". Através dos "suspeitos do costume", a sua extraordinária massa adepta, protagoniza um crescimento de 5 mil pessoas por jogo, em termos médios, nos jogos disputados no Estádio de Alvalade. Sem qualquer dúvida, os melhores adeptos do Mundo!

 

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16
Jan17

Revolta na Bounty

por Krassimir

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A época actual do Sporting tem sido uma grande desilusão para todos os sportinguistas. Mesmo os que insistem sempre em ver o lado bom das coisas, têm dificuldade em conseguir apontar algo de positivo no que diz respeito à carreira da equipa de futebol. Os únicos momentos que nos deram algum alento foram a vitória sobre o Porto, num jogo dividido e a exibição em Madrid, jogo que ainda assim acabou de forma inglória, com dois golos que ditaram a nossa derrota nos últimos minutos. Não me recordo de mais nenhum jogo que evocasse, ainda que vagamente, os momentos de bom futebol, em alguns casos de excelência, que tivemos na época passada.

 

Na verdade, no resto dos jogos, os sportinguistas têm saído invariavelmente vergados ao peso de derrotas e empates ou então com grande testes à saúde das suas coronárias com vitórias tangenciais e sofridas. Esta tem sido a nossa sina esta época.

 

Já muito se discutiu sobre os motivos deste descalabro. Entre eles contam-se mau planeamento da pré-época, aquisições desastrosas, com jogadores que em nada são superiores aos jovens da nossa formação - entretanto emprestados a outras equipas - e por outro lado, não se terem colmatado as principais lacunas da equipa, como era o caso dos defesas laterais. Também não se encontraram substitutos à altura para Adrien e William, os esteios da equipa, o que seria necessário, tendo em conta o número de competições em que o Sporting está envolvido (infelizmente cada vez menos) e os castigos e lesões que sempre aparecem. Salvaram-se Dost e Campbell (emprestado), pois quanto ao resto... enfim.


Isso levou a que o treinador tivesse colhido maus resultados sempre que rodou demasiado a equipa, acabando por ficar limitado a um núcleo duro de pouco mais que 13-14 jogadores, com o consequente desgaste físico dos utilizados. Na altura da época mais crítica como foi o caso dos meses de Novembro e sobretudo Dezembro, a equipa teria mesmo de se ressentir dessa sobrecarga. O caso da derrota com o Braga parece ter sido um dos exemplos em que isso foi mais nítido, mas existiram mais.


Aliado a isso, tivemos o efeito psicológico negativo que sempre acompanha os maus resultados e ciclos negativos. Claro, que também existiram alguns erros de arbitragem, como o caso do jogo da Luz, mas já antes a equipa havia dado provas de fraqueza exibicional, com empates com Tondela em casa, Guimarães, Nacional (aqui também com erro de arbitragem, mas com exibição medíocre) e derrotas com Rio Ave e Legia. Portanto, não vale a pena insistir que os árbitros são os culpados de todos os males. Já se percebeu, tirando alguns casos graves de acefalia em alguns adeptos, que isso não justifica tudo o que de mau nos tem acontecido.

 

Por tudo isto, o clima no balneário não será certamente o melhor. Rumores de jogadores castigados e de outros a quererem sair e a cobrarem promessas que lhes terão sido feitas nesse sentido pelo presidente, vão surgindo à superfície. Parece demasiado fumo para não existir fumo.


Mas no sábado em Chaves e depois de mais um mau resultado, não aproveitando o deslize inesperado do Benfica, a situação terá conhecido contornos inimagináveis!


Depois de terem sofrido o empate a 3 minutos do fim do jogo, no corolário de mais um má exibição, os jogadores tinham à espera no balneário o presidente Bruno de Carvalho, o qual estava aparentemente descontrolado, falando alto, tal como relata o jornal “O Jogo”. Parece que colocou em causa o profissionalismo dos atletas, tendo-lhes chamado chulos, o que motivou a sua justa reação, sobretudo de William e de Adrien, mas também de Dost. Ora isto é muito grave e sintomático do desnorte em que este presidente mergulhou e com graves consequências para a instituição. Já não bastavam as inúmeras infelicidades que vai evidenciando no seu discurso e nos seus posts, agora volta-se contra os seus próprios jogadores? Aqueles de que em última análise depende a alegria ou tristeza dos sportinguistas?!

 

Não está em causa o direito que o presidente tem de cobrar rendimento e aplicação aos jogadores e resultados ao treinador. Mas será que após um jogo e a quente, falar aos jogadores da forma alterada, insultuosa e desrespeitosa levará a algum resultado positivo? Serão os jogadores culpados do mau planeamento da época ou de não terem muitos colegas com nível suficiente para poderem rodar e assim poderem estar em melhores condições físicas? Ou passaram de bestiais a bestas num ápice? Como reage alguém a quem insultam e põe em causa o seu profissionalismo? Não teria sido melhor fazer uma reflexão e conversar com eles no dia seguinte, quando todos estariam mais calmos e aptos a captar melhor a mensagem, que deveria ser ao mesmo tempo de crítica e de motivação? Ou estar aos berros de forma que foi audível até para os elementos da equipa adversária eram a melhor solução? E depois sujeitou-se à humilhação de ser convidado a deixar o balneário e depois o autocarro da equipa. Ninguém o respeita mais.

 

Bruno de Carvalho errou mais uma vez. A sua autoridade e o respeito que lhe é devido vão-se esfumando. Primeiro, perdeu a consideração dos vários agentes do futebol português, desde dirigentes de clubes adversários, empresários, jornalistas, etc. Agora quer perder também a dos seus próprios jogadores e treinador. Isto parece refletir um presidente excessivamente preocupado com as eleições que se aproximam. Ora os sportinguistas querem é que a equipa jogue bem e que ganhe os jogos. Estamos fartos de ser enxavalhados e de nos dizerem que temos de ser campeões e depois nos presentearem com estes tiros nos pés. De dizerem que incomodamos e depois vermos qualquer equipa média no nosso campeonato a jogar connosco como se fossem o Barcelona e a sermos nós os verdadeiramente incomodados.

 

No domingo, depois de uma sessão de selfies e autógrafos de limpeza da imagem, pudemos assistir a uma intervenção dos jogadores Adrien e William na qual foi visível o incómodo e em que a sua expressão foi bem mais eloquente que as suas palavras. E mesmo nestas, confirmaram a presença do presidente e a existência de diálogo no balneário (afinal os jornais nem sempre inventam) “como lhe era permitido” tal como referiu Adrien. Ficou a promessa de tudo fazerem para as coisas melhorarem.


Registamos e pedimos encarecidamente que isso aconteça e já no jogo da Taça na terça-feira. Única competição que ainda poderemos vencer. No campeonato já vimos que até o terceiro lugar será difícil. E seria bom que além dos jogadores, todos os elementos com responsabilidade no clube também fizessem o que se espera deles e ajudassem a tirar o Sporting desta péssima situação. É que estar a lutar com Braga e Guimarães por uma posição faz lembrar tempos que nos prometeram não se iriam repetir. E isso sobretudo na época em que se faz o maior investimento de sempre...

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Circo mais uma vez, melhor, circos. Um dentro de campo, outro no balneário e outro ainda que se estendeu das imediações do estádio ao hotel para acabar no núcleo de Vila Real.

 

Vamos ao primeiro, aquele que todos vimos e não há diz-que-disse.

 

Entrar com Bruno César na lateral esquerda, contra equipas arrumadas e em sua casa, é suicídio. O golo foi aos quatro minutos mas antes já tinha passado uma diagonal nas costas do mencionado para morrer nos pés de Coates que sem oposição, aliviou para fora. À segunda foi o que foi. Na frente muito pouco futebol, Alan a ser Alan, Campbell sem perceber onde tinha de estar e Gelson a tentar a tentar mas tirando o cruzamento para o golo, pouco fez. Sendo isto um jogo de equipa, sozinho é complicado. Dost aquele que não presta, tem 13 golos no campeonato. Isto sem quase volume de jogo nenhum.


Segunda parte, trocamos Ruiz por Ruiz (qual dos dois o que tem menos vontade jogar à bola) e sai Campbell para entrar o Balada que, coitado, nem na B era titular. Ligeira melhoria que foi suficiente para ficar em vantagem, uma vez mais pelo inevitável Dost que pelas mais variadas razões é o único que assusta e fixa defesas. Pois, tirá-lo no fim do jogo é capaz de não ser boa ideia mas para ele ficar tinha que se admitir o erro que foi a entrada de André e como já nós bem sabemos, o mestre não erra. Só os outros.

 

Segundo circo, no balneário, Bruno aos berros no balneário, William e Adrien a não gostarem do tom e a fazerem um conjunto de ameaças. No Rumo Certo portanto.

 

Terceiro circo, contestação à saída do estádio e no hotel onde está hospedada a equipa e alguém está de fim-de-semana romântico, resolvido com uns copos pagos no núcleo de Vila Real. Não confundir com tachos nem nada disso. O Sportinguista é incorruptível. Ou não.


Para terminar, não percebo o porquê desta contestação agora, já há meses que tinha identificado vários problemas que só podiam ter um resultado: este que estamos a ver agora.

 

SL

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13
Jan17

O Cavalo de Palha...

por Juskowiak

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Carlos Severino anunciou no Restaurante A Floresta na noite desta Quinta-Feira o apoio á lista de Pedro Madeira Rodrigues. Até aqui tudo bem, as implicações de tal acção é que vão deixar muitas ondas.

 

Carlos Severino serviu nas eleições de 2013 não só como um candidato outsider mas também como um verdadeiro Cavalo de Tróia, desgastando juntamente com o seu “opositor” a Lista de José Couceiro para semanas antes do acto eleitoral desistir em prol da Lista liderada por Bruno de Carvalho. Este acto em si deixou algumas desconfianças no ar, fosse pelo timing ou pela desistência a tão curta distância da linha da meta.

4 anos volvidos e assistimos ao mesmo desenrolar mas com uma ejaculação mais precoce, também em 2017 declara o seu apoio a uma lista.

 

Mas o problema não se trata de desistir em prol de um ou de outro, o problema reside no facto que se por um lado existem muitos votos “cegos” certos em Bruno de Carvalho (baseado em sondagens facebookianas em que os intervenientes afirmam nem sequer quererem ouvir outras listas pois o seu voto tem destino), no lado de Pedro Madeira Rodrigues ainda lhe falta apresentar um programa digno dos pergaminhos do Sporting Clube de Portugal e só assim cativar votos dos sócios, coisa que com este apoio precoce do “eterno” candidato Severino torna essa tarefa ainda mais hercúlea e veremos se não foi prejudicial.

 

Existem Cavalos de Troia que perdem o seu pedigree com o passar dos anos!

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A contrainformação é hoje um arma usada e abusada. Com o surgir das redes sociais, esta estratégia de mentir propositadamente tem colhido frutos junto de um conjunto de pessoas mais emocionais e com pouca capacidade intelectual. Acreditam no que se escreve e aceitam como verdade absoluta a mentira, que muita vez repetida e neste caso partilhada, se transforma em certeza e motivo de debate, na maioria das vezes baixo e sem conteúdo válido.

O Sporting dos últimos anos tem apostado bastante nessa estratégia. A entrada da Young Network no Clube arrasou por completo com a notoriedade da nossa comunicação. O nível é baixo, sem estratégia a curto ou longo prazo, e defende-se acima de tudo a imagem de um Presidente em detrimento da defesa do Sporting.

João Duarte, que agora até ganhou uma coluna no Jornal Sporting, que é da responsabilidade da sua Empresa, tem também a responsabilidade de voltar a fazer a campanha de Bruno de Carvalho no atual ato eleitoral.

Do ponto de vista ético não é muito profissional. Mas vindo de quem vem não é de todo surpresa, como não é surpresa o fumo levantado com a suspensão de Quintela do Jornal, amigos de longa data.

Mas o mais grave é mesmo a mentira que se propaga. A Young Network com os seus funcionários, e com a ajuda de Nuno Saraiva, diretor de comunicação do Sporting, tem um conjunto de mecanismos para fazer o trabalho sujo. Blogs como o Mister do Café, Sporting com filtro, ou páginas na Rede como o Sporting Fans, O Rugir 1906 ou o Cigano de Alvalade, todas têm o mesmo alinhamento, o mesmo tom, as mesmas partilhas, a mesma plateia. Ali tudo tem o seu início, com a conivência de João Duarte e Nuno Saraiva e claro do Presidente Bruno de Carvalho.

 

Muitos têm sido os Sócios cuja vida foi devassada, ameaçada, perseguidos, um conjunto de mecânicas que revela bem o desespero que anda instalado, e que facilmente se entende. A comida na mesa não chega por obra do Espírito Santo, ou então até poderá chegar, se José Manuel Maria Ricciardi for também conivente com estes comportamentos, afinal, é pessoa chave, fulcral e central no novo programa de Bruno Carvalho.

E este clima que se foi criando nos últimos anos foi o que levou recentemente, mais de 100 Associados a juntar-se, a criar um movimento. Associados esses com muitos anos de Sporting, antigos atletas, dirigentes, funcionários, famílias, gente que não se identifica e não quer este rumo para o Sporting.

Gente essa que foi atacada da forma mais baixa e cobarde. Sócios que foram devassados e insultados só e somente só por terem opinião.

Não é portanto de estranhar que Pedro Madeira Rodrigues tenha ontem dado uma prova cabal que é possível vencer estas eleições. Há de facto uma grande maioria de Associados que não se identifica com o rumo do Sporting e com o tom e posicionamento do Clube.

Ontem, sem se conhecer ainda programas e nomes numa Lista candidata, esta mais de uma centena de Associados deram um caloroso apoio a Pedro Madeira Rodrigues. Foi um momento de desabafo geral, um acordar de uma esperança que é possível recuperar o Sporting e devolve-lo rapidamente aos Sportinguistas, numa época onde Sikander, Ricciardi, entre tantos outros ilustres Croquetes se preparam para voltar ao Sporting que Bruno de Carvalho prometeu fechar a tamanhos ilustres destruidores de sonhos.

Outro mito criado foi o da desistência de Severino. Falso. Severino nunca foi candidato. Outro mito o do apoio de “Severino”. Falso, o apoio foi de todo um movimento, com Severino como porta voz, onde podemos identificar o sempre ilustre e mui digno Sportinguista Sérgio Abrantes Mendes. Pessoa de caráter e sempre frontal nas suas posições. E que o seu passado recente enquanto candidato lhe dá hoje toda a razão no presente.

Pedro Madeira Rodrigues tem que lutar contra várias frentes. Mas os pequenos soldados da Young Network valem muito pouco neste jogo. Cada vez mais ridículos, com nula capacidade intelectual, sem estratégia, vão oferecendo votos a Pedro Madeiro de cada vez que insultam um Associado.

Quem continuem. Pedro Madeira e o Sporting muito agradecerá num futuro próximo. A eles o desprezo e a indiferença é a melhor arma. 

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Pela sua juventude, irreverência e arrojo nas promessas de campanha, Bruno Carvalho augurava a pedrada no charco que se impunha após o desastrado, e com graves consequências, mandato de Godinho Lopes.

 

O número de sócios

 

Imbuído desse espírito, faz do necessário aumento do número de sócios uma das suas primeiras missões e lança algumas decisões para dar corpo a essa estratégia expansionista. A campanha publicitária, em vários suportes, "Se É Amor Declara-o" é uma delas. E para dispensar o encontro fortuito com o Cupido para declarar esse Amor, cria-se a iniciatica Sócio Num Minuto, que testemunhei alguém a fazê-lo e cumpre o tempo anunciado. Para os que tinham tido um arrufo, e como já não existe o "Perdoa-me" para a reconciliação, lança-se o Regresso Num Minuto em que, tal como na opção anterior, com rapidez e à distãncia de alguns clicks se (re)ingressa na família Leonina. Considerando o momento crítico que o país atravessava, e identificando a ameaça que isso constituía à almejada expansão, é lançada a revolucionária categoria de Sócio B, com metade do valor de quota e a perca de alguns direitos inerentes. Em Maio de 2013 Cristiano Ronaldo torna-se o sócio 100.000 e em Outubro de 2016 é anunciada a 150.000, registando-se assim um aumento de 50% em 3 anos e 5 meses.

 

É no entanto de elementar justiça ressalvar como verdadeiro motor deste crescimento a gigantesca militância e fervor clubistíco do Sportinguista. Em mais de 100 anos de História outros momentos menos positivos houveram. Após a década dos Cinco Violinos inicia-se um período, apenas interrompido em 1974..., em que o rival benfica detinha o total controlo (consentido e incentivado pelo Estado Novo) das estruturas do futebol (o que assitimos hoje não passa de uma repetição...) e com isso garantia a "proeza geométrica" de vencer "aos três de cada vez". Pior!, nas décadas de 80 e 90 atravessámos um longo jejum de 18 anos sem revalidar o Título. Nunca, em nenhum destes momentos, o Sporting Clube de Portugal perdeu a sua identidade popular, nacional e internacional! Ainda que por vezes Bruno Carvalho pareça discordar desta realidade com algumas declarações que já fez, a enorme militância Sportinguista é garante que a linha «Tu nunca vais acabar» no cântico dispensava-se por nem fazer sentido equacionar tal hipótese. Justiça faça-se também aos Sócios da categoria A, que não obstante o carácter solidário da categoria B, são os que conferem realidade linear às receitas de quotização.

 

As maiores vendas

 

Logo a começar o seu mandato é obrigado a lidar com alguns dossiers complicados, herdados de Godinho Lopes, no que à permanência/renovação ou venda/dispensa de alguns jogadores diz respeito. Com algumas rescisões "menos amigáveis" aplicou a célebre «vassoura» de Luís Duque. Mas de um inicial problema de renovação de Bruma acaba por conseguir uma venda por valor bastante razoável. Para quem não tem a possibilidade de recorrer à "venda à tabela" de Jorge Mendes (15M€), os 10M€ encaixados acabaram por se tornar uma agradável surpresa no que parecia ser um cenário de ruptura. Pena que o cenário de ruptura de Cédric não se tenha também transformado numa venda de valor surpreendente (5,5M€), ou melhor, que tivesse renovado (que falta faz!).

 

Entretanto, esperamos 3 anos para no último defeso, finalmente!, ser destronada a venda de Nani (25,5M€) como a mais elevada da História do Sporting. João Mário passa a ocupar o primeiro lugar com 40M€ e, eventualmente, mais uns potenciais 5M€ mediante objectivos. Eventualmente por a época do Inter estar a ser, eventualmente, um desastre já com uma baixa registada em Frank de Boer. Nesta excelente venda seria injusto não atribuir mérito a outras pessoas. A começar por Aurélio Pereira, nome que tem de ser referido sempre que se fale em em jogadores provenientes da Formação Leonina. Uma nota especial ao seu irmão – Wilson Eduardo – que certamente há-de ter contribuído para a estabilidade emocional do atleta. Obrigado a todos os treinadores que o orientaram nas camadas jovens e a um em especial – Marco Silva – que o repescou de empréstimo e o integrou com sucesso no plantel principal.

 

Por 30M€, mais os improváveis 5M€ visto o Leicester ter algum paralelo no Inter, sai também Islam Slimani. Em todo o mandato de Bruno Carvalho o único a justificar a, entretanto adoptada, política de comprar para revender. Uma excelente contratação que, com a sua grande entrega e motivação, teve um percurso sempre ascendente ao longo da sua permanência no Sporting. Sempre ascendente..., excepto um ou outro período em que, devido a desentendimentos com Bruno Carvalho, manifesta alguns actos de indisciplina e alguma pontual quebra de rendimento. Em relação ao singelo valor de aquisição, e à oportunidade da mesma, há que atribuir igualmente crédito ao presidente do porto, pois foi a sua (habitual) "golpada" de roubar Ghilas que faz o Sporting voltar-se para o seu substituto na selecção argelina. Ainda hoje deve ter pesadelos com o fabuloso lucro que o Sporting teve com o jogador.

 

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A preocupação com o rumo que o Sporting está a tomar começa a ganhar cada vez mais expressão. 

 

São cada vez mais os Sócios anónimos e figuras publicas que expressam o seu desagrado.

Em poucas palavras, apenas partilhamos um desabafo de um grande atleta da nossa Seleção Nacional de Rugby, Gonçalo Uva, no seu perfil do Facebook, e que anda a circular pelas redes sociais.

Este é só e somente só, mais um entre tantos e muitos desabafos com o mesmo contexto.


Gonçalo Uva

5/1

às 20:33

 

"Isto não é o Sporting.

Desculpem, mas isto não é o Sporting que eu conheci e me fez ter um amor inexplicável ao clube. Não é o Sporting que me fez e faz mudar a minha vida toda, tanta vez, para ter tempo para ir ver um jogo ao estádio. Não é o Sporting pelo qual eu fui motivado a passar jogos de pé na claque sem estar calado um segundo porque sabia que os jogadores iriam dar tudo em campo para dar a vitória aos adeptos que nunca lhes falharam. Se soubessem o que o símbolo, que carregam ao peito todos os jogos, significa para nós, morriam em campo para nos dar a vitória. E é isso que falta.

 

Faltam jogadores em campo dispostos a entrar e deixar tudo em campo. Ponham os olhos em jogadores como liedson, slimani, gelson, que por mais que levem pancada, por mais que sejam empurrados, por mais que sejam rasteirados e agredidos, mostram a garra de um verdadeiro jogador do Sporting e procuram sempre que possível ir buscar a bola em vez de tentar ganhar a falta.

 

E sr. Presidente, sabemos todos admitir que foi uma excelente jogada ter roubado o treinador ao clube do outro lado da estrada, e que andar uma época inteira a mandar bocas e criar confrontos foi muito engraçado, mas chega... está na hora de abrir os olhos!

 

Fomos eliminados da liga dos campeões, da taça da liga, estamos a oito pontos do primeiro lugar.

 

O que é isto?

 

Como é que um treinador está a perder no estádio da Luz, precisa de marcar pelo menos um golo e tira o melhor avançado que tem em campo para por o André? Como é que um treinador está a perder em casa com o Braga e vai tirar o Bryan Ruiz para por o André? Jesus... Jesus! até a minha avó de muletas tinha marcado os dois golos que esse 'jogador' desperdiçou ontem. Ah, mas numa coisa tens razão... a minha avó não marcou dois golos contra o praiense e por isso não merece entrar em alturas decisivas de jogos importantes. Desculpa, erro meu. ACORDA! E questiono-me porque é que não deixaste o Jefferson 'tratar' do árbitro, ontem no final do jogo com o Setúbal. Se só o metes em campo de três em três meses quase, pra ti nao havia problema de ele ficar mais uns quantos sem jogar. Para não falar de outros 'jogadores'...porque até o Ruben Semedo lesionado joga mais que dois Douglas juntos. Será que é preciso colocar nomes como 'Real Madrid' ou 'Dortmund' às equipas contra quem jogamos para os jogadores se esforçarem? Porque foi, contra esses dois clubes, as poucas prestações dignas de Sporting que eu vi esta época.

 

E mais uma vez sr. Presidente, se é assim tão revolucionário, pense em revolucionar a mentalidade dos jogadores e treinadores sportinguistas, para se preocuparem mais em honrar a camisola deste grande clube, jogando e dirigindo com garra, mostrando do que é feito o Sporting Clube de Portugal e menos com constantes queixas pelos erros da arbitragem. Porque o Sporting que eu conheço, num jogo em que precisa só de um empate, nunca joga para empatar. O Sporting que eu conheço entra em campo para ganhar, seja contra um clube de topo mundial ou um clube da quarta divisão distrital. O Sporting que eu conheço no jogo de ontem tinha ido para os balneários a ganhar e voltado com a mentalidade que iam marcar ainda mais. E assim? Até poderia haver um penalti, dois, ou até três, que por muito que fossemos prejudicados, ganharíamos na mesma. Agora, estar a perder com o Setúbal ao intervalo, com o maior respeito ao clube, e dar-se ao luxo de jogar para o empate, desculpem mas isto não é o Sporting que eu conheço e que pelo qual o mundo sabe que sou doente.

 

Se a arbitragem esteve mal? Esteve. Se fomos prejudicados? Fomos. Se tivemos culpa? Sim. A culpa é inteiramente do Sporting. É preciso não ter medo de o admitir e saber dizer que não jogámos bem e que o futebol do Sporting é muito superior àquele que foi mostrado em campo ontem. Como em 1906 José Alvalade disse 'Queremos que o Sporting seja um grande Clube, tão grande quanto os maiores da Europa', só peço que lutem para honrar essa frase e esse símbolo que têm ao peito. Saudações leoninas."

 

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Uma questão de honra (censurado).png

 

Desde o anúncio de que seria candidato, como se o contrário lhe tivesse passado pela cabeça, Bruno de Carvalho já juntou mais de 300 nomes na sua Comissão de Honra, a qual continua em constante actualização. E se não vejo mal nenhum em procurar para si uma Comissão de Honra, o mesmo não o posso dizer nos moldes em que a mesma é feita, ou no flagrante desdém sobre quem faz parte da dita.

 

Desde 2013 que se vêm vendo o crescendo de soundbytes como forma de argumento, sendo o mais frequente “és um croquete”, dito de forma insultuosa por parte de quem o profere como que a denegrir a imagem dessa pessoa perante os demais e aniquilando assim a sua opinião válida mal tenha a ousadia de questionar algo feito pela actual direcção.


Tal não é o espanto quando se vê tantos nomes colados a um passado recente na forma de culinária nesta Comissão de Honra, seja por ex-Presidentes ou por ex-Dirigentes! Calculo que agora os croquetes já sejam saborosos, quiçá a cozinheira é outra e adicionou algum ingrediente especial… blasfémia seria assumir que a coerência está em risco pelos corredores de Alvalade.

 

Mas tudo isto para deixar uma questão que considero pertinente:


Não seria mais transparente ou, quem preferir, mais honesto se em vez da profissão em parêntesis lá constasse o número de associado do clube?

 

É que existem muitos nomes aos quais se duvida a sua afiliação clubística e não queremos cá híbridos em Alvalade… ou só serão híbridos aqueles que questionam algo e não os que são de outro clube ou falam de outro clube durante os sete dias da semana?

 

«Transformando barro em vasos de honra.» Jeremias 18:1-18

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