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O Sporting é a paixão que nos inspira. Não confundimos competência com cultos de personalidade. 110 anos de história de um clube que resiste a tudo e que merece o melhor e os melhores de todos nós. Sporting Sempre

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Ontem Pedro Madeira apresentou os traços gerais do seu programa e equipa, e no mesmo dia, Bruno de Carvalho lançou 111 medidas para mais quatro anos.

Das 111 medidas, podemos começar por aferir as dezenas que já faziam parte dos últimos dois processos eleitorais e que nunca foram postas em prática, agora novamente repetidas e outras tantas que são de uma componente hilariante e completamente desajustada da dimensão e contexto do domínio desportivo ou do âmbito de atuação do Clube ou da SAD. Mas de Bruno  Carvalho não há surpresas, mais do mesmo, e o mesmo é zero!

Têm saído também ecos de vários jogadores dispensados, na sua maioria contratações feitas esta época, e claro, a perda de poderes de Jorge Jesus, ficando Bruno de Carvalho com mais intervenção na área do futebol. Ou seja, a culpa, uma vez mais não foi do Presidente, e terá assim toda a legitimidade de entrar em balneários e voltar a trazer a sua família e amigos para os treinos e para as deslocações da equipa fora de Lisboa. Agora na Madeira a comitiva leonina tem quase cinquenta (50) quartos alugados numa unidade hoteleira, coisa pouca!!

 

Sobre Pedro Madeira Rodrigues, uma lufada de ar fresco, e uma mostra de vitalidade leonina ontem no Auditório Artur Agostinho em Alvalade.

Muita gente, gente de todas as idades, e gente que partilha uma vontade louca de mudança.

Pedro Madeira apresentou sumidamente algumas linhas programáticas, que carecem de explicação e de maior aprofundamento nos próximos dias. A sua mensagem deve e tem obrigatoriamente que ser mais e melhor trabalhada.

Durante o dia foi também mencionada a hipótese Mario Patrício, que Futre tratou de queimar nas suas intervenções, dando a entender que teria o apoio de Jorge Mendes e da Doyen.

Nem Futre ficou bem na fotografia, nem Mario Patrício precisava desta ajuda.

Sobre Mário Patrício, se a candidatura se efetivar, ganha o Sporting.

São necessários mais candidatos com o objetivo comum de mudança, que tenham uma equipa capaz, gente nova, conhecedora e que altere de vez o paradigma instalado no Sporting.

A Mário Patrício e Pedro Madeira Rodrigues, deixo somente um apelo. Que coloquem os interesses do Sporting em primeiro lugar. Uma só candidatura deverá avançar para acabar com o pesadelo Carvalhista.

Que surjam candidatos, que surjam ideias, que se preparem muitos e bons debates. O Sporting precisa ser discutido, pensado e repensado, necessita de uma nova estratégia e de gente com outra capacidade e perfil institucional.

Os próximos dias serão pródigos em novidades, e a oposição tem tido a sorte de ter tempo para preparar as suas estratégias. Os maus resultados e o clima miserável que se vive em Alvalade têm proporcionado que de todos os domínios, da economia, da política, do desporto, das artes e de tantas outras disciplinas, toda uma plateia de gente capaz e sabedora tem atacado e bem o presente e o Presidente Bruno  de Carvalho.

 

A evidência está à vista. Bruno está esgotado. Sem discurso, sem estratégia, só sabe atuar de uma forma e essa forma que foi uma bandeira de esperança é hoje um trapo que envergonha a nação verde e branca.


PS: Que esta deslocação à Madeira seja um momento de alteração de resultados. Que os jogadores coloquem os Adeptos e o Clube em primeiro lugar e que esqueçam as traições do Presidente a eles mesmos. Que vençam por nós. Nós acreditamos em vocês. E que depois da vitória tudo volte à normalidade e que se encha a Discoteca Vespas numa festa verde e branca como na época passada. São selfies senhores, são selfies!

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editado por Ivaylo a 25/2/17 às 12:09

13
Jan17

O Cavalo de Palha...

por Juskowiak

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Carlos Severino anunciou no Restaurante A Floresta na noite desta Quinta-Feira o apoio á lista de Pedro Madeira Rodrigues. Até aqui tudo bem, as implicações de tal acção é que vão deixar muitas ondas.

 

Carlos Severino serviu nas eleições de 2013 não só como um candidato outsider mas também como um verdadeiro Cavalo de Tróia, desgastando juntamente com o seu “opositor” a Lista de José Couceiro para semanas antes do acto eleitoral desistir em prol da Lista liderada por Bruno de Carvalho. Este acto em si deixou algumas desconfianças no ar, fosse pelo timing ou pela desistência a tão curta distância da linha da meta.

4 anos volvidos e assistimos ao mesmo desenrolar mas com uma ejaculação mais precoce, também em 2017 declara o seu apoio a uma lista.

 

Mas o problema não se trata de desistir em prol de um ou de outro, o problema reside no facto que se por um lado existem muitos votos “cegos” certos em Bruno de Carvalho (baseado em sondagens facebookianas em que os intervenientes afirmam nem sequer quererem ouvir outras listas pois o seu voto tem destino), no lado de Pedro Madeira Rodrigues ainda lhe falta apresentar um programa digno dos pergaminhos do Sporting Clube de Portugal e só assim cativar votos dos sócios, coisa que com este apoio precoce do “eterno” candidato Severino torna essa tarefa ainda mais hercúlea e veremos se não foi prejudicial.

 

Existem Cavalos de Troia que perdem o seu pedigree com o passar dos anos!

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editado por Ivaylo a 25/2/17 às 12:11

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A contrainformação é hoje um arma usada e abusada. Com o surgir das redes sociais, esta estratégia de mentir propositadamente tem colhido frutos junto de um conjunto de pessoas mais emocionais e com pouca capacidade intelectual. Acreditam no que se escreve e aceitam como verdade absoluta a mentira, que muita vez repetida e neste caso partilhada, se transforma em certeza e motivo de debate, na maioria das vezes baixo e sem conteúdo válido.

O Sporting dos últimos anos tem apostado bastante nessa estratégia. A entrada da Young Network no Clube arrasou por completo com a notoriedade da nossa comunicação. O nível é baixo, sem estratégia a curto ou longo prazo, e defende-se acima de tudo a imagem de um Presidente em detrimento da defesa do Sporting.

João Duarte, que agora até ganhou uma coluna no Jornal Sporting, que é da responsabilidade da sua Empresa, tem também a responsabilidade de voltar a fazer a campanha de Bruno de Carvalho no atual ato eleitoral.

Do ponto de vista ético não é muito profissional. Mas vindo de quem vem não é de todo surpresa, como não é surpresa o fumo levantado com a suspensão de Quintela do Jornal, amigos de longa data.

Mas o mais grave é mesmo a mentira que se propaga. A Young Network com os seus funcionários, e com a ajuda de Nuno Saraiva, diretor de comunicação do Sporting, tem um conjunto de mecanismos para fazer o trabalho sujo. Blogs como o Mister do Café, Sporting com filtro, ou páginas na Rede como o Sporting Fans, O Rugir 1906 ou o Cigano de Alvalade, todas têm o mesmo alinhamento, o mesmo tom, as mesmas partilhas, a mesma plateia. Ali tudo tem o seu início, com a conivência de João Duarte e Nuno Saraiva e claro do Presidente Bruno de Carvalho.

 

Muitos têm sido os Sócios cuja vida foi devassada, ameaçada, perseguidos, um conjunto de mecânicas que revela bem o desespero que anda instalado, e que facilmente se entende. A comida na mesa não chega por obra do Espírito Santo, ou então até poderá chegar, se José Manuel Maria Ricciardi for também conivente com estes comportamentos, afinal, é pessoa chave, fulcral e central no novo programa de Bruno Carvalho.

E este clima que se foi criando nos últimos anos foi o que levou recentemente, mais de 100 Associados a juntar-se, a criar um movimento. Associados esses com muitos anos de Sporting, antigos atletas, dirigentes, funcionários, famílias, gente que não se identifica e não quer este rumo para o Sporting.

Gente essa que foi atacada da forma mais baixa e cobarde. Sócios que foram devassados e insultados só e somente só por terem opinião.

Não é portanto de estranhar que Pedro Madeira Rodrigues tenha ontem dado uma prova cabal que é possível vencer estas eleições. Há de facto uma grande maioria de Associados que não se identifica com o rumo do Sporting e com o tom e posicionamento do Clube.

Ontem, sem se conhecer ainda programas e nomes numa Lista candidata, esta mais de uma centena de Associados deram um caloroso apoio a Pedro Madeira Rodrigues. Foi um momento de desabafo geral, um acordar de uma esperança que é possível recuperar o Sporting e devolve-lo rapidamente aos Sportinguistas, numa época onde Sikander, Ricciardi, entre tantos outros ilustres Croquetes se preparam para voltar ao Sporting que Bruno de Carvalho prometeu fechar a tamanhos ilustres destruidores de sonhos.

Outro mito criado foi o da desistência de Severino. Falso. Severino nunca foi candidato. Outro mito o do apoio de “Severino”. Falso, o apoio foi de todo um movimento, com Severino como porta voz, onde podemos identificar o sempre ilustre e mui digno Sportinguista Sérgio Abrantes Mendes. Pessoa de caráter e sempre frontal nas suas posições. E que o seu passado recente enquanto candidato lhe dá hoje toda a razão no presente.

Pedro Madeira Rodrigues tem que lutar contra várias frentes. Mas os pequenos soldados da Young Network valem muito pouco neste jogo. Cada vez mais ridículos, com nula capacidade intelectual, sem estratégia, vão oferecendo votos a Pedro Madeiro de cada vez que insultam um Associado.

Quem continuem. Pedro Madeira e o Sporting muito agradecerá num futuro próximo. A eles o desprezo e a indiferença é a melhor arma. 

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editado por Ivaylo a 25/2/17 às 12:12

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A preocupação com o rumo que o Sporting está a tomar começa a ganhar cada vez mais expressão. 

 

São cada vez mais os Sócios anónimos e figuras publicas que expressam o seu desagrado.

Em poucas palavras, apenas partilhamos um desabafo de um grande atleta da nossa Seleção Nacional de Rugby, Gonçalo Uva, no seu perfil do Facebook, e que anda a circular pelas redes sociais.

Este é só e somente só, mais um entre tantos e muitos desabafos com o mesmo contexto.


Gonçalo Uva

5/1

às 20:33

 

"Isto não é o Sporting.

Desculpem, mas isto não é o Sporting que eu conheci e me fez ter um amor inexplicável ao clube. Não é o Sporting que me fez e faz mudar a minha vida toda, tanta vez, para ter tempo para ir ver um jogo ao estádio. Não é o Sporting pelo qual eu fui motivado a passar jogos de pé na claque sem estar calado um segundo porque sabia que os jogadores iriam dar tudo em campo para dar a vitória aos adeptos que nunca lhes falharam. Se soubessem o que o símbolo, que carregam ao peito todos os jogos, significa para nós, morriam em campo para nos dar a vitória. E é isso que falta.

 

Faltam jogadores em campo dispostos a entrar e deixar tudo em campo. Ponham os olhos em jogadores como liedson, slimani, gelson, que por mais que levem pancada, por mais que sejam empurrados, por mais que sejam rasteirados e agredidos, mostram a garra de um verdadeiro jogador do Sporting e procuram sempre que possível ir buscar a bola em vez de tentar ganhar a falta.

 

E sr. Presidente, sabemos todos admitir que foi uma excelente jogada ter roubado o treinador ao clube do outro lado da estrada, e que andar uma época inteira a mandar bocas e criar confrontos foi muito engraçado, mas chega... está na hora de abrir os olhos!

 

Fomos eliminados da liga dos campeões, da taça da liga, estamos a oito pontos do primeiro lugar.

 

O que é isto?

 

Como é que um treinador está a perder no estádio da Luz, precisa de marcar pelo menos um golo e tira o melhor avançado que tem em campo para por o André? Como é que um treinador está a perder em casa com o Braga e vai tirar o Bryan Ruiz para por o André? Jesus... Jesus! até a minha avó de muletas tinha marcado os dois golos que esse 'jogador' desperdiçou ontem. Ah, mas numa coisa tens razão... a minha avó não marcou dois golos contra o praiense e por isso não merece entrar em alturas decisivas de jogos importantes. Desculpa, erro meu. ACORDA! E questiono-me porque é que não deixaste o Jefferson 'tratar' do árbitro, ontem no final do jogo com o Setúbal. Se só o metes em campo de três em três meses quase, pra ti nao havia problema de ele ficar mais uns quantos sem jogar. Para não falar de outros 'jogadores'...porque até o Ruben Semedo lesionado joga mais que dois Douglas juntos. Será que é preciso colocar nomes como 'Real Madrid' ou 'Dortmund' às equipas contra quem jogamos para os jogadores se esforçarem? Porque foi, contra esses dois clubes, as poucas prestações dignas de Sporting que eu vi esta época.

 

E mais uma vez sr. Presidente, se é assim tão revolucionário, pense em revolucionar a mentalidade dos jogadores e treinadores sportinguistas, para se preocuparem mais em honrar a camisola deste grande clube, jogando e dirigindo com garra, mostrando do que é feito o Sporting Clube de Portugal e menos com constantes queixas pelos erros da arbitragem. Porque o Sporting que eu conheço, num jogo em que precisa só de um empate, nunca joga para empatar. O Sporting que eu conheço entra em campo para ganhar, seja contra um clube de topo mundial ou um clube da quarta divisão distrital. O Sporting que eu conheço no jogo de ontem tinha ido para os balneários a ganhar e voltado com a mentalidade que iam marcar ainda mais. E assim? Até poderia haver um penalti, dois, ou até três, que por muito que fossemos prejudicados, ganharíamos na mesma. Agora, estar a perder com o Setúbal ao intervalo, com o maior respeito ao clube, e dar-se ao luxo de jogar para o empate, desculpem mas isto não é o Sporting que eu conheço e que pelo qual o mundo sabe que sou doente.

 

Se a arbitragem esteve mal? Esteve. Se fomos prejudicados? Fomos. Se tivemos culpa? Sim. A culpa é inteiramente do Sporting. É preciso não ter medo de o admitir e saber dizer que não jogámos bem e que o futebol do Sporting é muito superior àquele que foi mostrado em campo ontem. Como em 1906 José Alvalade disse 'Queremos que o Sporting seja um grande Clube, tão grande quanto os maiores da Europa', só peço que lutem para honrar essa frase e esse símbolo que têm ao peito. Saudações leoninas."

 

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editado por Ivaylo a 25/2/17 às 12:13

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Desde há bastante tempo que, nas modalidades desportivas que são organizadas e practicadas a título profissional, os responsáveis directivos das mesmas devem obedecer a princípios de gestão, também eles profissionais, e a tratar um clube como se de outra qualquer empresa se tratasse.

 

Um gestor, com capacidade e responsável, deverá saber adequar as suas estratégias e decisões ao meio no qual o clube que dirige está inserido. Falando de futebol, não fará grande sentido comparar a gestão de clubes como o Bayern, Arsenal, Barcelona, Sporting, Ajax ou o Cluj. E assim é, em primeiro lugar, por estes clubes pertencerem a países com realidades bastante diferentes.

 

Se na Alemanha, um país que é a primeira economia da zona euro e que tem uma população de cerca de 82 milhões de habitantes, é possível ter clubes com estádios sempre cheios, elevadas receitas secundárias como mershandising e publicidade e um "fulgor" que permite alguma autonomia financeira aos clubes, já na Roménia, cuja população é 25% da alemã e o PIB per capita 40%, para um clube sonhar em ganhar uma Champions Cup só mesmo nos idos tempos do Steua em 1986.

 

Que dizer então de Portugal, que embora tenha o dobro do PIB per capita romeno, tem metade da população? Assim sendo, logo à partida terá menos sócios, menos adeptos, menos adeptos potenciais, menos receitas publicitárias (por o seu valor estar indexado a uma população menor), etc. Um clube em Portugal, não tendo a possibilidade de alavancar a sua Tesouraria com enormes receitas de publicidade e direitos televisivos nunca poderá competir a nível de custos com outros como Arsenal ou Barcelona que as têm. Como tal, e ainda que o Sporting tenha projecção mundial, para um clube em Portugal as receitas extraordinárias da Liga dos campeões são fundamentais, e em alguns anos eventualmente representem quase a totalidade do orçamento do clube.

Considerando o carácter, por um lado extraordinário, por outro extremamente competitivo, da Liga dos Campeões, não se poderá numa estratégia de médio/longo prazo contar "com o ovo no cú da galinha". Com o que se pode então contar? O que resta à nossa "economia futebolística"? Como qualquer outra empresa portuguesa na actualidade: apostar na criação de valor e exportá-lo – formação de atletas.

 

benfica e porto, na última década acharam que poderiam escapar a esse paradigma. Orçamentos, contratações, vencimentos, prémios, ..., milionários para a realidade portuguesa! O benfica no início da época passada decide começar a inverter essa estratégia ao dispensar Jorge Jesus e contratar um treinador mais vocacionado para a aposta na formação, como já tinha feito no Vitória de Guimarães. O porto, no início desta ao apresentar resultados, decreta a mesma inversão como obrigatória, caso contrário o clube entraria em colapso financeiro no curto prazo. Embora o benfica não o tenha assumido dessa forma, todos sabemos que os motivos são os mesmos.

 

O Sporting, que desde há longos e longos anos aposta na formação, e ainda bem pois grandes jogadores deu à Selecção e ao Mundo, vê nos últimos dois anos, com a entrada de Jorge Jesus e a total volta de 180º na política de contratações de Bruno Carvalho, a sua estratégia mudar na direcção que os rivais abandonam. E abandonam porque já sentiram que não é executável num clube em Portugal. E não é executável, porque basta um sorteio ou uma arbitragem mais defavorável para colocar em jogo a única receita que pode suportar essa estratégia – receitas da Liga dos Campeões.

 

Fará sentido criticar de forma tão assídua os rivais, umas justificadas outras bastante evitáveis, e ir depois imitar uma estratégia que os mesmos já nos fizeram o favor de demosntrar que não dá bons frutos? Para depois, como eles, percebermos que afinal a aposta é a formação...?

 

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«Em 27 de abril de 1928, após a eleição do marechal Óscar Carmona e na sequência do fracasso do seu antecessor em conseguir um avultado empréstimo externo com vista ao equilíbrio das contas públicas, Salazar reassumiu a pasta das finanças, mas exigindo o controle sobre as despesas e receitas de todos ministérios. Satisfeita a exigência, impôs forte austeridade e rigoroso controle de contas, conseguindo um superavit, um "milagre" nas finanças públicas logo no exercício económico de 1928–29.


"Sei muito bem o que quero e para onde vou." — afirmará, denunciando o seu propósito na tomada de posse.


Na imprensa, que era controlada pela censura, Salazar seria muitas vezes retratado como "salvador da pátria"...

 

... A pedra angular do sistema era o Presidente, eleito por sufrágio direto, para períodos de sete anos, e a quem era atribuído o poder arbitral de nomear um presidente do conselho onde, por sua vez, estavam totalmente concentrados os poderes executivos. A Assembleia Nacional tinha poderes legislativos mas com limitações, nomeadamente nos casos de leis que pudessem afectar as contas públicas. Terminou assim o período da Ditadura Militar (1926-1933) e iniciou-se um novo período autoritário a que Salazar chamou o “Estado Novo”. O Parlamento, a quem Salazar atribuia as culpas do caos da Primeira República, fica quase vazio de poderes.»

in Wikipédia: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_de_Oliveira_Salazar 

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