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O Sporting é a paixão que nos inspira. Não confundimos competência com cultos de personalidade. 110 anos de história de um clube que resiste a tudo e que merece o melhor e os melhores de todos nós. Sporting Sempre


22
Jan17

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O Sporting apresentou-se ontem com algumas alterações no seu 11 titular.

 

O regresso de Patrício à baliza, em jogo que lhe correu menos bem. É um facto que, actualmente, não está ao nível a que já nos habituou. É no entanto de elementar justiça referir que se este momento menos bom é mais visível, é também por o nível a que nos habituou ser elevadissímo. Estamos a falar do jogador a quem, nem há 2 semanas, se teciam largos elogios pelo seu reconhecimento internacional.

 

Na defesa, a revolução. Têm entrada directa no 11, Schelotto, Paulo Oliveira e Marvin. Os laterais, embora com esboços de alguma qualidade, têm essa percepção facilitada pelas más exibições dos seus respectivos antecessores nas posições. Numa avaliação mais exigente, constata-se mais uma vez que não têm qualidade para serem titulares no Sporting. Paulo Oliveira, mais uma vez, demonstra que deveria ter bastante mais confiança por parte de Jorge Jesus e que a contratação de Douglas foi um pouco descabida.

 

No meio campo registou-se a maior surpresa, com a inclusão de Palhinha em substituição de William Carvalho. Justificada a saída, por William já demonstrar há muito o desgaste inevitável de não ter substituto digno. Justificada a chamada, ainda que Palhinha aqui e ali tenha demonstrado ligeiro nervosismo e falta de rotina com os companheiros, mesmo assim um evidente grito mudo de revolta "PORQUÊ O PETROVIC?!". Adrien, que não tem estado na melhor condição física desde a última lesão, consegue apesar disso assegurar os "serviços mínimos".

 

No ataque, o inevitável Dost a, inevitavelmente, marcar golo. A municiá-lo teve, Gélson na direita, Bryan nas costas e Bruno César na esquerda. Gélson, mesmo acusando ligeiro desgaste provocado pela sua "titularidade obrigatória", continua a ser o único capaz de rasgar a "cábula insuficiente" fornecida por Jesus e tirar "cartas da manga". Bom golo! Bryan continua a ser a sombra do que já foi e Bruno continua a ser prejudicado pelo deambular táctico a que parece condenado.

 

Entram depois Alan Ruiz, William e Campbell. Alan, que injustiça!, consegue tornar bem gastos 2% do valor da sua aquisição com aquela desmarcação e remate, para ver o golo mais uma vez surripiado pelo apito. Apito no Pinheiro, que em lugar de dar pinhas, dá foras de jogo imaginários. William deu algum equilíbrio ao miolo, Campbell deu algum... nada.

 

O Sporting ontem, sem deslumbrar, esteve bastante melhor do que nos jogos em Chaves. O Sporting ontem, sem deslumbrar, fez muito mais pela vitória do que o seu adversário. O Sporting, mais uma vez ontem, é prejudicado por uma arbitragem amadora... Amadora? Será que sim? Ou será "profissionalíssima"...? You know what I mean! They know what I mean! Everybody knows what I mean! Excepto os dirigentes do Sporting, que continuam a dar tiros de pólvora seca, a olhar para as vicissitudes dos adversários em vez de para as próprias.

 

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