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O Sporting é a paixão que nos inspira. Não confundimos competência com cultos de personalidade. 110 anos de história de um clube que resiste a tudo e que merece o melhor e os melhores de todos nós. Sporting Sempre


01
Fev17

My Own Worst Enemy

por Ivaylo

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No dia 30, um dia antes do encerramento do mercado de Inverno em Portugal, o presidente do Sporting Bruno Carvalho faz uns momentos de pausa (legítimos… é um período tranquilo…) e dá a voz ao candidato Bruno Carvalho para acusar o candidato Madeira Rodrigues de destabilizar a equipa.

 

Sobre Madeira Rodrigues, efectivamente ao anunciar a sua candidatura à presidência garantiu que não iria falar sobre a equipa de futebol no decorrer da campanha. Não cumpriu. Ter-lhe-ia ficado bem essa coerência, assim como lhe ficaria muito bem esquecer de uma vez por todas a utopia de despedir Jorge Jesus. Uma coisa é certa, cometer estes erros incoerentes na campanha é bem menos grave do que cometê-los em exercício de funções.

 

No que diz respeito às acusações proferidas por Bruno Carvalho, há que lhe reconhecer muita razão! É evidente que existe alguma desestabilização no futebol leonino, evidentemente tendo como causa Madeira Rodrigues.

 

Porquê? Simples…

 

Foi Madeira Rodrigues que dotou o Sporting de uma estrutura de futebol, corporizada em Jesus e Octávio, que deixa o plantel impermeável a qualquer brisa de contrariedade.

 

Foi Madeira Rodrigues que, em empolgação eleitoralista, decidiu ter esta época o maior orçamento de toda a História do futebol do Sporting Clube de Portugal.

 

Foi Madeira Rodrigues que, em alinhamento com o treinador, decidiu que os defesas laterais que transitaram da última época seriam suficientes em termos qualitativos para atacar 4 provas (com legítimas pretensões de vencer 3).

 

Foi Madeira Rodrigues que tomou a decisão estratégica de, para dotar o plantel de experiência, optar por ceder jogadores provenientes da Formação em empréstimos e, para os seus lugares recrutar jogadores que foram/são uma clara mais-valia para o plantel. Douglas, Petrovic, Elias, Meli, André, Castaignos são exemplos.

 

Foi Madeira Rodrigues que, emotivamente em reacção ao desvio de Carrillo para o Colombo, decide responder “à altura”, “desviando” Markovic de Anfield para Alvalade. «Pelo menos não custou um cêntimo»..., excepto o fee de empréstimo de 1,5M€ aos quais acresceram uma comparticipação mensal do seu vencimento de 40% (ou seja, o tecto salarial do Sporting).

 

Foi Madeira Rodrigues, batendo o pé no chão em fúria com a frustração da eliminação da Taça da Liga (da qual é claramente responsável), que resgatou os atletas André Geraldes e Ryan Gauld do Vitória de Setúbal. Foi igualmente ele que os fez passar o mês de Janeiro numa novela mexicana de destino incerto, destino que acaba por ser o plantel do Sporting (A ou B, veremos…).

 

Por último, é agora Madeira Rodrigues que continua a achar que os defesas laterais do plantel são mais que suficientes para atacar o resto da Liga. Mais que suficientes! Porque até se dá ao luxo de dispensar alguns…

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1 comentário

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De Anónimo a 02.02.2017 às 10:25

A lavandaria montada em alvalade, lava mais branco.
Como sempre o objetivo é o mesmo, branquear toda a merd@ que o mitomano faz.
Eles que pedem provas documentais para tudo e mais alguma coisa,e mesmo depois de apresentadas arranjam novas teorias para as tentar descredibilizar, querem depois fazer crer aos outros que o que eles dizem é "sagrado".


"Não vi este tema cabalmente esclarecido em lado nenhum, por isso mesmo acho que tenho o dever de "defender" o jogador do Sporting Lukas Spalvis.

O Belenenses devolveu Spalvis ao Sporting tendo sido alegado, em comunicado do próprio Sporting, "razões de prudência" que têm tido as mais diversas interpretações nos habituais "amigos" que temos pelos jornais: não agradou à equipa técnica do Belém, não está bem fisicamente, até recuperou da lesão mas vai demorar a ficar em forma, etc., etc., etc.

Ora bem: nada disto é verdade e a explicação para o regresso de Spalvis é muito simples. Aliás, convém referir que o Belenenses estava muito satisfeito com o rendimento de Spalvis nos treinos. E apenas hesitou relativamente à sua inscrição por motivos puramente regulamentares. E convém dizer que as razões de prudência (as verdadeiras) são compreensíveis, como tentarei explicar.

Comecemos, então, pelo princípio.

Durante o mês de Janeiro, o Sporting comunicou ao Belenenses que pretendia o regresso de João Palhinha, o que acabou por acontecer. Nessa altura, não sei se por iniciativa do Sporting ou do Belenenses, foi proposto (e acertado) o empréstimo de Spalvis ao Belenenses. Se não estou em erro, apareceram até fotos do jogador a realizar os habituais exames médicos.

Mas entretanto surgiu um problema: o regulamento da Liga apenas permite três empréstimos de um clube a outro clube:

Artigo 78º, n.º 2 do Regulamento de Competições

"O clube cedente não pode ceder temporariamente mais do que três jogadores a um clube da mesma competição."

Naturalmente que o espírito desta regra é o de impedir que mais do que três jogadores do clube A sejam simultaneamente emprestados ao clube B e não possam, por via também dos regulamentos (n.º 3 do art. 78º), atuar nos jogos em que o clube A defronte o clube B. Quem não se recorda dos "gloriosos" tempos em que o FCP ia a Leça defrontar o Leça B, enquanto que os demais tinham que levar com o Leça A, recheadinho de jovens promessas do FCP (Ricardo Carvalho foi um deles).

Mas a literalidade da regra não é suficientemente clara para que esta possa ser a única interpretação (mesmo que a mim me pareça que é a mais razoável). Da forma como a regra está escrita, poderia perfeitamente ser interpretado que, mesmo com a devolução de Palhinha, o empréstimo de Spalvis violaria esta regra do Regulamento de Competições (recordo que o Sporting além de Palhinha emprestou Uri Rosell e Domingos Duarte).

Se assim se considerasse, seria o Belenenses o único prejudicado, na medida em que a punição pela utilização de Spalvis seria derrota mais perda de pontos (art. 78º, agora do Regulamento Disciplinar) nos jogos em que Spalvis viesse a participar.

Ora, o Belenenses (legitimamente) ponderou se valia a pena utilizar o jogador e correr o risco de, no final da época, andar a discutir este tema com os clubes que descessem de divisão; ou se (lá está) seria mais prudente devolver o jogador ao Sporting, para não correr riscos devido à interpretação de uma regra.

Admito que tanto o Sporting como o Belenenses não pretendessem que isto viesse a público até ontem, para não dar ideias aos adversários do Belenenses caso o Belém tivesse arriscado ficar com o jogador. Mas a partir do momento em que está encerrado o período de transferências, e Spalvis foi devolvido ao Sporting, acho que o jogador, que não tem culpa nenhuma, deve ser protegido.

Deve portanto ficar claro que o Belenenses queria ficar com Spalvis. E que as razões por que não ficou estão estritamente relacionadas com prudência na interpretação dos regulamentos. Nada relacionado com a forma do jogador ou a lesão que o afetou. Que fique claro"

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