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O Sporting é a paixão que nos inspira. Não confundimos competência com cultos de personalidade. 110 anos de história de um clube que resiste a tudo e que merece o melhor e os melhores de todos nós. Sporting Sempre

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Relativamente à área do Património, esta vertente é sempre muito valorizada pelos Sportinguistas que gostam de ver o seu clube dotado com boas infraestruturas e que optimizem o desempenho dos seus atletas.

Mas obviamente que é fundamental existir um equilíbrio entre o que se gostaria de ter e as possibilidades económicas do clube no momento, devendo-se levar em conta as relações custo/benefício e até eventuais novas receitas que possam ser geradas pelo aproveitamento do património. Para além disso, deve ter-se noção das prioridades, já que os recursos são escassos e têm de ser aplicados de forma criteriosa. Portanto tem de existir um verdadeiro plano global para o Património, dando prioridade às reais necessidades e deixando para mais tarde outras questões que embora sendo interessantes, não são fundamentais para reerguer o clube, pelo menos no imediato. Analisemos então as propostas desta lista para a área do Património.

 

1) Estudar a possibilidade de abrir um centro de estágio no Norte de Portugal, que seja utilizado pelas nossas equipas

A ideia em si é interessante e procurará contribuir para captar talentos do Norte de Portugal de forma mais eficaz, pois é sabido que uma das barreiras que se apresentam aos jovens desta zona do país que podem vir para o Sporting é o facto de terem de se afastar da família e dos amigos, quando vêm evoluir nas equipas dos nossos escalões de formação. Será no entanto dispendiosa para as possibilidades atuais do clube e desviará recursos importantes. Uma outra forma de o fazer gastando menos, seria desenvolver parcerias com clubes ou municípios que já tivessem grande parte das infra-estruturas passíveis de serem utilizadas para este efeito. Parece de facto uma ideia bem intencionada, mas ainda assim algo irrealista em termos de execução imediata.

Poderá ainda admitir-se que a proposta esteja associada à ideia de dotar o clube de uma base de operações para a estadia das equipas das várias modalidades, nos jogos que têm de disputar na zona Norte. Se tal fosse o caso, isto poderia permitir poupanças em estadias, evitando ainda que os atletas deixassem de estar sujeitos a almoços nos núcleos com os riscos de desconcentração e de eventuais desvios nutricionais, os quais podem ser sempre perniciosos para os atletas. Também neste caso podiam aproveitar-se infra-estruturas já existentes, assinando protocolos de cooperação, fazendo apenas as adaptações/construções que se revelassem essenciais.

 

2) Optimizar e remodelar as infra-estruturas da Academia de Alcochete, apetrechando-as com a tecnologia mais inovadora no apoio ao treino e com mais campos de futebol

As infra-estruturas de Alcochete começam a acusar o peso dos anos. Alguns equipamentos estão já algo degradados e a precisarem de manutenção e remodelação urgentes. Podem dar-se como exemplos as cantinas e o internato, que necessitam de intervenção. Quanto à tecnologia mais inovadora no apoio ao treino, sem dúvida que é interessante, mas terá de se averiguar a sua efectiva mais-valia em relação ao custo. A construção de mais campos de futebol embora possa ser necessária e útil, levanta algumas reticências em relação à sua possibilidade legal e administrativa.

Infelizmente para nós, o nosso rival dispõe já no Seixal de equipamentos e estruturas mais modernas e válidas e aqui trata-se de recuperar algum terreno perdido. De qualquer forma, tendo de optar entre a modernização imediata da Academia de Alcochete e a alocação de verbas para um centro de estágio no Norte de Portugal, parece óbvio que a primeira opção deve ser a escolhida, tratando-se mesmo de uma das prioridades em termos de património.

Para além disso foi anunciada a intenção de comprar já a totalidade da Academia, que neste momento se encontra hipotecada a uma instituição bancária, recorrendo para isso a investidores. Neste ponto, há aqui também algumas questões que surgem, nomeadamente se o Sporting deixa de dever à Banca e passa a dever a investidores, ou no caso de não lhes ficar em dívida, quais as contrapartidas envolvidas para esse investimento, sendo também pertinente perceber se seriam estes investidores, por exemplo, a financiar as melhorias propostas. Falta aqui detalhar e explicar melhor esta ideia, para que depois não seja mais um motivo de crítica e que possa ser compreendida pelos sócios. Com os elementos disponíveis, e embora possa ser emblemático recuperar património, não parece de facto uma questão prioritária.

 

3) Reconverter as infra-estruturas do Multidesportivo, criando condições para aumentar o nível de conforto dos praticantes e familiares

O Multidesportivo existente no Estádio necessita também de intervenção. Deve ser feita uma aposta na manutenção, renovação e reestruturação dos espaços, visando a sua optimização, de forma a disponibilizar os meios físicos e tecnológicos que sirvam da melhor forma as diferentes modalidades que ali evoluem e dos respectivos atletas.

Embora não seja fisicamente possível a ampliação das piscinas no Multidesportivo, este aspecto deveria também ser ponderado em termos futuros, embora fora do mesmo, atendendo à importância da Natação no clube e na sociedade em geral.

 

4) Realizar estudos de viabilidade para o encerramento do fosso do Estádio, de modo a permitir uma maior ligação entre adeptos e equipas

O encerramento do Fosso impõe-se como uma obra necessária não apenas por motivos estéticos e simbólicos, mas por uma questão de segurança. Não é descabido colocar a possibilidade de que possa voltar a acontecer um acidente com sócios e até atletas, podendo tal constituir uma tragédia lamentável. Já se fizeram vários estudos anteriores em que o custo de encerramento do fosso ultrapassaria os 10 Milhões de euros.

A verdade é que o custo total da obra, será condicionado pela ambição do projecto. Vamos privilegiar a questão da segurança e procurar arranjar uma solução que contemple apenas o encerramento do fosso, ou incluir outras intervenções, com a construção de mais filas de cadeiras? Se a opção for mais minimalista, o custo poderá andar pelos 2-3 Milhões de euros. Aliás, contrariamente ao que é dito por vários sócios, não será necessário rebaixar o relvado. O candidato declara que consegue fazê-lo por 1,5 Milhões, incluindo também a substituição das cadeiras, valor que nos parece subestimado em relação ao custo real. Será pois pertinente que explique e justifique de forma mais pormenorizada como chegou aos valores que apresenta. E se se construírem mais filas de cadeiras, convém que sejam acauteladas as condições de visibilidade para quem aí se vier a sentar. Ainda assim, reforça-se que sendo uma obra necessária e que terá de ser feita, não parece ser a primeira prioridade em termos de calendarização e alocação de verbas. Claro que faria muito mais sentido, se integrado num plano mais amplo e estruturado de requalificação e manutenção dos espaços interiores e exterior do estádio. Deve recordar-se que o estádio tem 13 anos e que durante esse período não sofreu nenhuma melhoria/intervenção a nível exterior, quer na edificação quer no espaço público de circulação, para além da pintura dos mastros de verde e que assiste à degradação dos espaços de apoio interiores, como é o caso das casas de banho e dos bares. Por último, tem de se salientar a ausência neste programa de ideias sobre um problema recorrente que é o da qualidade, consistência e durabilidade do relvado.

 

5) Construir o velódromo Joaquim Agostinho

O ciclismo é uma modalidade popular e com tradições no Sporting, que regressou recentemente ao clube, ainda que em moldes que por vezes mais nos fazem parecer um patrocinador do que propriamente o clube representado pelos atletas. Acredita-se que com PMR (e até por esta proposta), essa aposta seja para manter e até melhorar, relativamente aos moldes actuais.

Ainda assim, apresentada desta forma, esta ideia parece algo avulsa e descabida, necessitando ser enquadrada num plano de valorização e aposta no ciclismo, modalidade que nos pode dar visibilidade e contribuir para a expansão da marca Sporting. Além disso, o intuito principal de um velódromo é o ciclismo de velocidade, que até ao momento em Portugal não tem qualquer expressão. Mais uma vez, deverá ser melhor explicada esta ideia e os custos envolvidos. 

6) Substituir as cadeiras que se desviem do padrão cromático do clube

Esta proposta foi apresentada há poucos dias por PMR, em conjunto com a do encerramento do fosso. Tem sido aliás confrontado com os custos, explicando que não será para substituir todas as cadeiras (só as que se afastem das cores que representam o clube) e que consegue valores mais interessantes em termos de preço do que os que têm sido apresentados. Esta ideia só deverá ser implementada se os custos forem modestos, sendo menos prioritária que a do fosso, ou mesmo a da intervenção no interior e exterior do Estádio.

 

7) Construir o Clube Naval na zona ribeirinha de Lisboa

O Sporting é um clube ecléctico por excelência, incluindo várias modalidades que se praticam em meio aquático. Portanto pode ser também interessante que se pense em desenvolver as infra-estruturas nesta área. Ainda assim, os comentários que se teceram em relação ao velódromo no ponto 5) serão também extensivos a esta proposta. Ou seja, deve ser enquadrada num programa mais geral e detalhados os custos envolvidos. De realçar que a aposta em desportos náuticos faz todo o sentido, atendendo a que o nosso país constitui cada vez mais um ponto de referência no panorama mundial nesta área, ainda que a sua limitação a Lisboa, deixando de fora Cascais que está a apostar muito nesta vertente, associada aos constrangimentos da APL, possa representar algumas limitações. Acredita-se que várias destas medidas serão executadas algures no decorrer do mandato e apenas se tal for viável, mas isso tem de ser mais bem definido, para que os sportinguistas compreendam o âmbito destas ideias e a sua exequibilidade e calendarização.

 

8) Protocolar com a Câmara Municipal de Lisboa a criação de um complexo social junto ao Estádio que contemple uma residência para antigos atletas, uma residência universitária e uma creche

Esta é uma medida dependente da concordância de terceiros, ainda que possa ser viável. Não é de facto prioritária, mas poderá ser interessante pelo que poderia significar de regresso à área geográfica mãe de algum tipo de ligação e permanência. Convém definir quem irá usufruir da residência universitária e em que condições, bem como da creche, se se destinará apenas aos filhos dos atletas ou se também será extensiva às famílias dos sócios. Relativamente à residência para antigos atletas, pensamos que seria interessante, até como reconhecimento ao que eles fizeram pelo clube,

De qualquer forma são questões claramente não prioritárias e a carecer de enquadramento custo-benefício.

Para além destas ideias, era interessante existir um Centro de Treino vocacionado para o Atletismo, modalidade querida dos sportinguistas e na qual temos títulos olímpicos, mas que perdeu com a mudança para o novo Estádio e o desaparecimento da pista de tartan e que seria importante revitalizar. Tal propósito será alcançado, não apenas contratando atletas, mas criando condições para que jovens talentos surjam e evoluam no Atletismo, como fizemos no passado. De referir que Bruno de Carvalho fala na possibilidade de um Centro de Alto Rendimento para o atletismo, o que se saúda por vir ao encontro desta necessidade, embora ainda como medida a estudar. Esperemos que, seja qual for a lista vencedora, se trate de uma proposta para implementar no próximo mandato.

 

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editado por Ivaylo a 25/2/17 às 11:36

07
Fev17

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Hoje, dia 7 de Fevereiro de 2017, o Sporting vai para quase quinze anos sem vencer um campeonato, com poucos títulos internos nestes anos passados, com eternos problemas internos de liderança, com problemas financeiros, com erros graves de gestão, com tantas asneiras que se abriu a possibilidade a um ilustre desconhecido tomar o poder.

Bruno de Carvalho está no seu quarto ano de mandato. E tudo continua na mesma, ou numa visão financeira, pior. Estamos mais dependentes de terceiros, temos menos percentagem da nossa SAD, o nosso passivo aumenta a olhos vistos, o investimento é cada vez maior e o retorno, seja ele em vendas seja em títulos é praticamente nulo.

Ora, não é necessário tirar um curso de gestão ou um MBA para entender que de onde se tira e não se coloca, algum dia irá faltar, e não existirá onde ir buscar para tapar o buraco.

Hoje, dia 7 de Fevereiro de 2017, a menos de um mês das eleições no Sporting, dois candidatos pouco esclarecem e nada apresentam de soluções.

Não há uma única proposta de rutura. E no caso da Candidatura de Bruno de Carvalho, é ainda mais assustador assistir ao regresso de figuras do passado recente tão violentamente criticados pelo atual Presidente. Eram “estes” o “cancro” do Sporting. Pois bem, como é hábito, as metástases espalham-se e dificilmente conseguem ser eliminadas. E neste caso até se abraçam com a “cura”, apesar de o problema continuar bem visível e a alastrar abruptamente por todo o universo Sporting.

Ora avaliando o estado do Clube, olhando para os péssimos resultados desportivos, para os miseráveis resultados financeiros, para o estado da nossa Formação, para o tom e a forma como Bruno de Carvalho lidera, a questão que se coloca é: Porque desistiu Mário Patrício? Porque não avançou já Benedito? Ganhariam estas eleições, e não sou eu que o digo, é a bancada leonina que não quer Bruno de Carvalho.

Quando olhamos para a Comissão de Honra de Bruno de Carvalho, e conhecendo nós os apoiantes dos Candidatos a Candidatos que nunca o foram e desistiram, começo a ter a certeza que há uma estratégia na sombra, ou melhor, e ao estilo Hollywood, uma golpada.

Ora vejamos, Ricciardi está sempre com quem está no poder. Hoje gosta do Bruno, amanhã tratará de o dizimar. Isso é uma certeza como a fome. Pedro Baltazar quer o poder, Froes quer o poder, Mário Patrício quer o poder, Godinho quer a sua “vendetta”, entre tantos outros ilustres, onde se poderá encontrar Alvaro Sobrinho e Mosquito, grandes “amigos” dos cofres verdes e brancos.

Bruno de Carvalho está a ser dizimado por dentro. A esta equipa apresentada falta somente Carlos Barbosa e Nobre Guedes para se afirmar o passado recente que Bruno prometeu “limpar”. Pois bem, que maior afirmação de fracasso que se ver obrigado a “readmitir” toda esta gente? E que maior afirmação de liderança marioneta que tudo isto?

Bruno não será vencido na urna, cairá sozinho, em desgraça, acabando com um falso mito. E merece cair assim. Um vendedor de banha da cobra que engana, processa, insulta os Sócios que lhe pagam o ordenado e lhe permitem viajar e passear em família e com namoradas por este mundo fora.

Bruno auto-injetou-se com o vírus. A cura não existe. Querem destruí-lo. Mas quem deixou a ferida exposta foi o próprio Bruno. E não se preocupou nunca em cura-la, mas sim em alastrar o fosso e a promover uma divisão e uma guerrilha que nunca poderia ganhar.

Bruno é um pobre diabo. Sem credibilidade perante a banca, sem credibilidade perante as empresas, sem voz nem poder em lado algum. E na sua ignorância e redução à realidade, não é de espantar preferir o banco à bancada presidencial. Pois no banco junto ao relvado está ao seu nível, na cadeira dos negócios é um pobre rapaz, sem propósitos e sem capacidade de envolvimento e visão.

Bruno acabou. Tem os dias contados. E uma vez mais, quem pagará tudo isto é o Sporting.

Mantenham-se atentos, pois o golpe está em marcha, e a perda da SAD é cada vez mais uma realidade.

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editado por Ivaylo a 25/2/17 às 11:51

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Aos 21 anos de idade, Francisco Geraldes é mais um jogador da melhor formação de Portugal e uma das melhores do Mundo, a despontar e que se encontra na antecâmara da equipa principal do Sporting.
Está no clube desde os 7 anos de idade, sendo sportinguista assumido e daqueles que sente claramente a camisola.

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Médio versátil, criativo, Francisco Geraldes destaca-se pela sua qualidade técnica, criatividade e inteligência que dá ao jogo.
Numa entrevista que concedeu em Dezembro de 2015 a Maria Gomes de Andrade, confessou que gosta de ouvir música clássica e ler livros autobiográficos ou policiais. Aliás, a leitura é uma das suas formas favoritas de ocupar os tempos livres, lendo inclusive no balneário. Não assume que isto o torne superior aos demais companheiros, antes reconhece a diferença que isso lhe confere, confessando também gostar de estar actualizado sobre as notícias de economia ou política e de ir ao cinema, exposições ou concertos, em detrimento dos videojogos.
Oriundo do bairro de Alvalade e tendo frequentado o Colégio Sagrado Coração de Maria, tentou conciliar sempre o futebol com os estudos de acordo com a educação que lhe foi dada pelos pais. Acabou por ingressar no curso de Gestão da Universidade Lusófona, embora os estudos tenham agora ficado em suspenso, devido às incompatibilidades a que a prática de futebol profissional obriga. 
 
O dia-a-dia de Geraldes, ainda enquanto estava na equipa B do Sporting, era rigoroso e metódico: «Treino, almoço e depois faço uma pequena sesta para repor energia. A seguir faço pilates ou trabalho complementar de ginásio”.
Provavelmente por influência dos pais, gosta de ouvir Led Zeppelin, Queen ou Ludovic Einaudi, que não fazem parte dos gostos mais habituais dos colegas da sua idade. Amigo e colega durante vários anos de jogadores como Gelson Martins, Mica Pinto e Podence, tem como referências Sá Pinto, pela garra que evidenciava e João Mário, que entretanto se transferiu para o Inter de Milão.

 

O seu sonho, que está prestes a ser cumprido, era jogar na equipa principal do Sporting, declarando então: « O meu maior sonho - e só de imaginar me arrepio - é jogar no Sporting e em Alvalade. Cresci a ir ao estádio e a ver o Sporting jogar, a ver o André Cruz a marcar livres diretos ou o Paíto a dar uma ‘cueca’ ao Luisão no Estádio da Luz (risos). Cresci e fiz-me ainda mais sportinguista com alguns desses momentos.” 

Injustamente preterido na convocatória para o Mundial sub-20 do verão de 2015, não desmoralizou e continuou a lutar para se impor ao mais alto nível

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Aos 18 anos, Geraldes que foi capitão nos escalões de formação do Sporting, ganhou o prémio Stromp Academia 2013, troféu entregue aos jovens jogadores exemplares.
 
No início da época 2016/2017 foi emprestado ao Moreirense, juntamente com Podence. Ganhando crescente protagonismo, foi um dos grandes responsáveis pelo brilharete da equipa de Moreira de Cónegos que chegou surpreendentemente à final da Taça da Liga, depois de eliminar o Porto e o Benfica e que acaba de a vencer, derrotando na final o Braga, com um golo de penalty a castigar falta sobre... Francisco Geraldes.

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Ainda há poucas semanas, quando colocado perante a possibilidade de voltar ao Sporting e poder alinhar na equipa principal do clube, declarava “Sei que sinto o clube da forma que só a formação consegue sentir e que é difícil de explicar. Ninguém sua a camisola como quem a veste desde sempre. Muitas vezes os jogos ganham-se pelo que sentimos pelo clube e pela vontade de vencer por ele. Eu sinto o Sporting.”

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Jogador ambidextro, embora dê preferência ao pé direito, relativamente ao seu posicionamento em campo, refere que tanto pode alinhar a “8” como a “10”, mas também pode ser solução descaído sobre as alas, podendo pois também assegurar o papel que foi atribuído a João Mário na época passada.
Privilegia a inteligência no jogo que define como o pensar mais `frente, a noção dos espaços, das posições da equipa e dos adversários. Rapidez de decisão é para Geraldes algo fundamental e para isso é necessário saber onde está cada um dos outros elementos do jogo e para onde será melhor endossar a bola.  Destaca o papel pedagógico de João Mário, que enquanto ex-companheiro na equipa B o ajudou sobre esses dois importantes vectores: controlo de bola e decisão.
As suas características e a possibilidade de poder jogar a 8 fazem com que seja encarado como o substituto natural de Adrien no meio-campo do Sporting. Apesar de reconhecer o valor inquestionável do campeão europeu, que reconhece como um dos melhores box-to-box do mundo, faz questão de sublinhar as diferenças entre ambos, não deixando de ser ambicioso e de dizer que poderá substituir o capitão do Sporting, que será melhor que ele em alguns aspetos, mas não em outros.
Depois de ter conquistado um triunfo histórico por uma equipa de verde e branco, que conquiste agora muitos outros pela equipa de verde e branco pela qual o seu coração torce e vibra desde sempre... e que finalmente tenha a oportunidade que Petrovic, Elias e outros já tiveram antes dele, sem acrescentar nada de relevante à equipa.

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editado por Ivaylo a 25/2/17 às 11:58



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